A taxa específica de economia de energia varia dependendo da eficiência do sistema de iodetos metálicos existente, da escolha das luminárias LED e da qualidade do projeto, mas geralmente fica entre 50% e 75%. Considere um estádio de futebol profissional típico: o sistema original de iodetos metálicos tem uma potência total de aproximadamente 200 kW (incluindo perdas de reatores e capacitores). Com uma utilização média de 5 horas por dia, durante 300 dias por ano, o consumo anual de eletricidade é de 300.000 kWh. Após a atualização para LED, a potência total cai para 80 kW (uma redução de 60%), resultando em um consumo anual de 120.000 kWh e uma economia de 180.000 kWh. Com base em uma tarifa de eletricidade industrial de US$ 0,12/kWh, isso se traduz em uma economia anual de US$ 21.600 em custos de eletricidade. Se as lâmpadas de iodetos metálicos originais fossem menos eficientes (como luminárias antigas de feixe amplo com eficácia luminosa de apenas 60 lm/W), a taxa de economia de energia poderia ultrapassar 75%.
Além disso, os sistemas de LED geralmente são equipados com recursos de dimerização inteligente, permitindo uma redução adicional de 30% a 50% no consumo de energia durante sessões de treinamento ou horários de menor consumo, elevando a economia total de energia para mais de 80%. Além dos custos diretos de eletricidade, as lâmpadas de iodetos metálicos exigem substituição anual; a substituição de 200 lâmpadas a US$ 50 cada custa US$ 10.000, enquanto os LEDs não exigem essa substituição. Ademais, as lâmpadas de iodetos metálicos geram calor significativo, aumentando a carga do ar-condicionado (especialmente em estádios cobertos), enquanto os LEDs produzem calor mínimo, resultando em economia indireta nos custos de eletricidade do ar-condicionado. Portanto, considerando todo o ciclo de vida, os benefícios econômicos da atualização para LED são substanciais.